Eu sou apenas alguém. O u até mesmo ninguém... Talvez alguém invisível q ue a admira à distância s em a menor esperança d e um dia tornar-me visível. E você? Você é o motivo d o meu amanhecer e a minha angústia a o anoitecer. Você é o brinquedo caro e eu a criança pobre, o menino solitário q ue quer ter mais do que pode. Dona de um amor sublime m as culpada por querê-lo co mo quem a olha na vitrine, m as jamais poderá tê-la. Eu sei de todas as suas tristezas e alegrias, m as você nada sabes. Nem da minha fraqueza, n em da minha covardia... n em sequer que eu existo. E como um filme banal e ntre o figurante e a atriz principal, m eu papel era irrelevante p ara contracenar n o final.
Não que minha busca se resuma em torno dos dias de glória. Mas me questiono quanto tempo ainda existe de resistência. Por ontem achei que não conseguiria levantar da cama... por hoje, sei que os remédios estão fazendo efeito. De qualquer forma, o quão difícil e lento são os processos dolorosos da vida. Realmente essa troca de pele, por algum padrão desconhecido, precisa ser tão sofrido, sentido e surtante... quando eu penso que sosseguei, algo brota do nada e dá errado. A cabeça a milhão. Contas atrasadas. Despesas de casa defasadas, o que me leva a gastar mais com alimentação. Mais um dia que a Alexia chora de manhã, mais uma vez por saudade de mim. Pra onde será que vou pra ela me sentir tão distante? Onde está indo meu EU que não consigo suprir nem o emocional da minha cria. Será que me entreguei a falta de vontade de de viver? Mesmo sendo grata e orando diariamente pela vida? As vezes essa sensação de que estou partindo me domina... acredito que seja sim nova...
essa nova eu desajustada estou sozinha e sem ninguém pra me amar por que eu sinto raiva demais? tanto fez como tanto faz e aquela que me traz paz? oh aphrodite come to my life turn my fears in fierce show me self love in my stomach be my breathe, lovely goddess swimming my own sea of fire
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